Formação

- Formador Certificado do FOCO

Colabora com vários Centros de Formação – Oeste; Torres Vedras e Lourinhã; Guarda II

- Formador Certificado com CAP

DAR  PALAVRA  À  VOZ

Na prática lectiva a voz assume uma importância fulcral, enquanto elemento de expressão e comunicação na prática profissional do docente.
Os problemas de saúde profissional dos agentes educativos, resultantes do uso indevido da voz provocam afonia, rouquidão, tosse, gerando situações de comunicação deficiente e deficientes práticas pedagógicas.
A aprendizagem de competências básicas através do uso da voz, enquanto ferramenta profissional na prática pedagógica, requer uma eficiente utilização da voz nas práticas curriculares e extra-curriculares com os alunos, nomeadamente nas práticas artísticas – teatro, teatro de marionetas, palestras, locução.
Requer-se o uso da voz de forma saudável na expressividade da comunicação e como elemento desinibidor na inter-relação entre docentes e discentes, assumindo-se como um elemento activo na integração dos alunos na sala de aula.
Para o efeito, é fundamental que os docentes tenham consciência do uso do aparelho respiratório, como uma entidade orgânica integrada num corpo, com as suas especificidades físicas, e tenham conhecimento da relação estabelecida existente entre o seu corpo e a sua voz, a par da relação indissociável entre eles e os meios físico e materiais envolventes, nomeadamente, a acústica da sala de aula, a arquitectura e outros.
A acção pretende, assim, informar e preparar os docentes sobre e para as questões relacionadas entre a voz e a prática lectiva, nomeadamente, com as questões alusivas à voz, sua colocação e gestão, numa perspectiva de melhoria da estratégia comunicacional, educacional e preservação saudável da mesma.
Objectivos a atingir
– Conhecer as competências básicas do uso da voz e sua utilização como ferramenta quotidiana na prática pedagógica;
– Utilizar a voz nas práticas curriculares e extra-curriculares com os alunos, nomeadamente nas práticas artísticas – teatro, teatro de marionetas, palestras, locução;
– Usar competentemente e saudavelmente a voz, na expressividade da comunicação, como elemento desinibidor do profissionalismo docente;
– Ter a noção da importância da voz, enquanto base fundamental da estratégia de comunicação activa, no contexto da sala de aula;
– Conhecer as potencialidades do uso do aparelho respiratório, como uma entidade orgânica integrada num corpo, dotado de especificidades físicas, na e para a prática lectiva;

- Utilizar tecnicamente o corpo e a voz, na perspectiva da sua utilização saudável no processo de ensino-aprendizagem

DA  PALAVRA  À  MARIONETA

Importância do teatro de marionetas como ferramenta pedagógica para as práticas dos educadores e professores e, num segundo momento, para o despertar do imaginário do aluno pela ludicidade.
A ausência desta prática nos planos curriculares gera uma necessidade da sua implementação a nível da formação.
Objectivos a atingir
Sensibilizar os formandos para a simplicidade do acto criativo, permitindo desbloquear barreiras na habitual incapacidade para as manualidades, favorecendo a auto-confiança e o prazer de descobrir um universo com potencialidades nos trabalhos de animação teatral com marionetas.
Conteúdos da acção
1. Apresentação da Acção – 1 hora
2. História do Teatro de Marionetas – 2 horas
3. Definição de Projecto, Concepção e Planificação – 6 horas
4. Construção Plástica – 18 horas
5. Manipulação – 3 horas
6. Exercício – 2 horas
7. Avaliação – 2 horas.

José Ramalho